Não aceite criticas de quem não sabe o que você sofre!
Aqui é o local dos guerreiros, lutadores, esportistas, atletas, professores, alunos e de quem faz a diferença em seus projetos sociais em busca de uma vida melhor para a maioria! Força, atitude e coragem esse é o lema dos vencedores!
Em Nova York, Renzo Gracie foi entrevistado pelo jornalista Ariel Helwani no programa “MMA Hour”, do site MMAFighting. Como em todas as entrevistas com o Gracie, não faltaram declarações fortes, grandes histórias e momentos de descontração. Confira alguns dos trechos:
Voltar a lutar
“…Tenho essa luta de grappling contra o Zé Mario Sperry e foi um grande presente do xeque Tahnoon chamar o Zé e eu para uma superluta. Na realidade, é uma maneira de afiar meu jogo para voltar ao MMA. É uma grande chance para estar em forma e pronto. Tenha certeza, estarei de volta ao UFC…”
“…Eu luto de graça, em qualquer lugar, isso é o quanto gosto disso. Mas o UFC me paga, o como posso dizer não?! É a realidade. Mas quando luto, é por que eu quero fazer. Gosto tanto desse esporte…”
Renzo x Royce
“…Acredito que o Royce lute novamente. Ele tem a minha idade, 44, e o Randy Couture lutou até os 47…”
“…Realmente, a única pessoa que não lutaria é contra a minha mãe! Qualquer outro, sem problema (risos)! Mas muita gente fala de Gracie contra Gracie… Não gostaria de lutar contra ele, defendemos os mesmos princípios, mesma arte, mesma família…”
Royler x Eddie Bravo no ADCC
“…Falei com Tahnoon pouco antes de vir para cá. Eles estão trabalhando nisso. Tenho certeza que esta luta vai acontecer…”
Arbitragem no MMA
“…Se você está com as costas no chão, perde. É assim que eles pensam. Às vezes o cara está tentando definir todo o tempo, na busca do triângulo do armlock… Como pontuar isso? Os juízes não sabem como julgar isso. Poucos têm essa especialização, estudaram Jiu-Jitsu e entendem as finalizações. Poderia ajudar. Faço uma clínica na minha academia e mostro isso a eles…”
"Toda vez que você vê um cara lutando arduamente, dando tudo de si, sem medo de perder, você diz, 'este cara luta igual ao Wanderlei Silva'. E às vezes você ganha, às vezes você perde, mas sempre faz os fãs felizes". - Wanderlei Silva
16 meses é muito tempo sem uma luta de Wanderlei Silva. Sem aquele tradicional movimento com os punhos antes da luta, sem as encaradas, sem aquela selvagem trocação e sem os nocautes enfáticos. Fica meio monótono sem ele quando fazemos comparações. E isso é apenas o que vemos de fora do octógono. Basta pensar como 'The Axe Murderer' se sente sentado nas arquibancadas enquanto se recupera das lesões.
"Eu sinto falta dos meus fãs, sinto falta do público, sinto falta da emoção que o combate me dá", disse Wanderei, ficando cada vez mais empolgado com cada sílaba. "Eu nunca fiquei afastado por muito tempo e estou muito animado para voltar a lutar. Para mim, é como se estivesse indo estrear de novo, e a estréia é na co-luta principal do UFC 132. Essa é uma oportunidade muito grande que o chefe me deu". Porém, o presidente do UFC, Dana White, não lhe deu um retorno tranquilo. Em seu oponente no UFC 132, Chris Leben, Wanderlei estará lutando contra quase um clone seu quando o assunto é deixar os punhos darem o recado. Então, novamente, a lenda do Pride não se importa de entrar para lutar com alguém que ele não terá que perseguir por 15 minutos. Ele não precisará de tanto tempo assim para encontrar o 'The Crippler'. "Chris Leben luta como eu e tem um estilo como o meu estilo, e estou feliz de não criar, mas sim influenciar seu estilo", disse Wand. "Toda vez que você vê um cara lutando arduamente, dando tudo de si, sem medo de perder, você diz, 'este cara luta igual ao Wanderlei Silva'. E às vezes você ganha, às vezes você perde, mas sempre faz os fãs felizes". Por quase 15 anos, Wanderlei tem feito os fãs felizes em uma incrível carreira no mundo das lutas. E prestes a fazer 35 anos (um dia depois da luta com Leben) e depois de uma década e meia de guerras no ringue, no octógono e na academia, seu corpo disse 'não mais' depois de sua estréia entre os médios em fevereiro de 2010, no UFC 110 com uma vitória sobre Michael Bisping.Primeiro ele quebrou três costelas e foi forçado a sair de uma luta no UFC 116 em julho passado com Yoshihiro Akiyama (luta que Leben o substituiu), então ele sofreu uma cirurgia no joelho que o manteve na prateleira por quatro meses. Não foi um tempo fácil para alguém que tinha feito da luta sua vida, mas ele conseguiu manter-se ocupado. "Eu estava machucado e tive uma lesão complicada", disse Wanderlei, que fez de Las Vegas sua casa, "mas agora me sinto bem, meu joelho está melhor, minhas costelas estão melhores, e eu estava afastado, mas não parei de trabalhar. Fiz um monte de aparições, trabalhei na minha academia, passei um tempo com minha família, usei o tempo para coisas boas. Parei de treinar durante quatro meses e depois treinava uma vez por dia, depois duas vezes por dia, e agora estou de volta a minha rotina regular. A vida de lutador não é fácil. Mas me sinto muito bem, treinei muito duro e sei que vou fazer um grande show para os fãs". E mesmo que esta seja apenas sua segunda luta até 84 quilos, ele ri quando perguntado se foi fácil baixar o peso para enfrentar Leben. "Não, não foi fácil. "Eu (originalmente) baixei de 102 kg e agora estou sob uma dieta muito restrita e preciso treinar duro. Não é tão fácil. Foi como na primeira luta (com Bisping). Quando eu conferi meu peso e bati 84 kg, foi a minha primeira vitória. (Risos) Especialmente neste momento, vou fazer 35 anos, e quando você está nessa idade, às vezes não é tão fácil perder muito peso". Ele tinha muitos bons parceiros de treinos e treinadores para exigi-lo, porém, mais notavelmente o seu ex-treinador na Academia Chute Boxe no Brasil, Rafael Cordeiro, e um velho amigo que passou uns de dias na academia do professor Cordeiro no sul da Califórnia, o ex-campeão meio-pesado do UFC, Maurício 'Shogun' Rua. "Ele tem talento inacreditável", disse Wand de Shogun. "Ele tem um talento natural, ele é forte, e estou feliz de treinar com ele novamente. Eu treinei com ele por 10 anos no Brasil, e agora voltamos a treinar juntos, e acho que se ele continuar treinando com o Rafael Cordeiro, ele pode ser campeão novamente". É quase como se os velhos tempos do trio que aterrorizou o Japão no Pride com ataques baseados no Muay Thai que deixavam os adversários encolhidos no canto ou na lona estivessem de volta. Wanderlei sorri com a lembrança. "Os velhos tempos com o mesmo treinador", disse ele. "Cordeiro é um treinador incrível e tem um sistema único. Shogun treinou com ele da faixa branca à preta no Brasil, ele é um pupilo puro do Cordeiro. Venho treinando com ele há 17 anos, e ele é ótimo. Adoro o seu sistema, gosto da energia que ele dá nos treinos, e seu talento. Ele sabe como nos levar a vitória". Cordeiro levou Wanderlei até sua vitória por decisão sobre Bisping na Austrália, e apesar de duas derrotas anteriores contra Rich Franklin e Quinton Jackson, 'The Axe Murderer' esta a uma vitória de lutas ainda maiores, e ousamos especular, uma pelo título se ele continuar vencendo? "Eu preciso ficar ligado no meu desempenho", disse Wanderlei. "Se eu tiver um bom desempenho, um dia volto a lutar pelo título. Isto é o que eu quero, mas não posso falar sobre isso agora porque tenho que me apresentar muito bem. Se eu fizer isso, sei que o chefe vai me dar uma chance mais uma vez". Sim, tem sido longos 16 meses à espera de ver Wanderlei Silva em ação novamente. Wanderlei acha que ele pode ficar emocionado no primeiro momento que ouvir os fãs no MGM Grand Garden Arena torcendo por ele no sábado à noite.
"Eu acho que vou começar a chorar", ele ri. "Na frente do meu público, que me dá energia e motivação - para o cara me bater dentro do octógono em uma luta real, ele precisa me matar porque vou para matar ou morrer. Não tenho meio termo".
OCampeonato Mundial deUltramané umde três dias,320 milhas(515km)corrida de resistênciaanual realizadana Grande Ilhado Havaí.A corrida édividida em três fasesao longo de trêsdias:O primeiro é um6,2milhas (10km)nadaroceano deKailuaBay paraKeauhouBay,seguido por umde 90 milhaspasseio de bicicleta(145km)de cross-country, comescaladas verticaisque o total de6.000 pés.Estágio doisé um171,4milhaspasseio de bicicleta(276km) deParque Nacional de VulcõesaKohalaVillage Inn, comescalavertical totalde 4.000metros.Estágiotrês é um52,4milhas (84km)double-maratona, que começa emHawie terminana praiano Aeroporto deKonaOldState Recreation Area.Cada etapadeve ser concluídadentro de 12 horasou menos.Aprova de natação emuma etapadeve ser concluídaem 5,5horas ou menos.Os participantes quenão atingiremas linhas deconcluirdentro dos prazossão desqualificados.
Este evento atraiatletasque buscamexplorarao extremoem suas habilidadesfísicas e mentais.A corridaé limitadaa 35atletasem uma basesomente para convidadose atraiparticipantes de todo omundo, incluindoBrasil, Canadá, Itália, Porto Rico,Espanha, Suécia,Eslovénia e os EstadosUnidos.Pilotosdevem teratingido o seuaniversário de 20 anosantes do iníciodeuma etapa.Cadapilotodeve ser acompanhado poruma equipa de apoioindividual depelo menos duas pessoasdurante todo o curso.Muitos membros da equipede apoio sãovoluntários dacomunidade da IlhaGrande.
A expectativa do público de Las Vegas (EUA) era grande em rever a lenda brasileira Wanderlei Silva de volta ao octógono do UFC (Ultimate Fighting Championship) na noite deste sábado (2). Mas com apenas 27 segundos, o MGM Grand Arena foi abaixo com o nocaute sofrido pelo “Cachorro Louco”, apelido de Wanderlei, diante do americano Chris Leben. O UFC 132 reservou também outras emoções.
Na principal luta da noite, valendo o cinturão da categoria Peso-Galo, os americanos Dominick Cruz e Urijah Faber protagonizaram um reencontro eletrizante. Se no finado evento WEC a vitória foi de Faber, ex-campeão da categoria, desta vez Cruz entrou determinado a levar a melhor e manter o seu cinturão. Após cinco rounds muito disputados, o atual campeão foi declarado vencedor por decisão unânime dos juízes.
Se o resultado da luta principal gerou muitas vaias em Las Vegas, outro resultado foi digno de muitos aplausos. O veterano Tito Ortiz calou os críticos que previam a sua aposentadoria e bateu o talentoso Ryan Bader no primeiro round. Sem vencer há quase cinco anos, Ortiz entrou determinado e precisou de menos de dois minutos para derrubar Bader sem dificuldades e finalizar a luta com uma guilhotina, golpe muito popular entre os adeptos do jiu-jitsu.
Em outras lutas da noite, Dennis Siver derrotou Matt Wiman por decisão unânime dos juízes, enquanto Carlos Condit deixou os fãs boquiabertos ao nocautear o sul-coreano Dong Hyun Kim, até então invicto no MMA, com uma bela joelhada ainda no primeiro round. O resultado pode credenciar o lutador a lutar pelo cinturão dos Médios, contra o ganhador do confronto entre o atual campeão, George St. Pierre, e o desafiante Nick Diaz.
Os fãs brasileiros esperavam duas vitórias dos dois lutadores tupiniquins no UFC 132. No card preliminar, Rafael dos Anjos tinha o australiano George Sotiropoulos pela frente e não tomou conhecimento do rival. Com menos de um minuto, o brasileiro nocauteou o adversário com um cruzado de direita. Ainda nas preliminares, outro destaque foi a vitória por nocaute de Melvin Guillard sobre Shane Roller.
Já Wanderlei Silva, que prometia uma grande apresentação, digna dos tempos de Pride (segundo os comentários prévios do seu treinador, Rafael Cordeiro), até partiu para cima de Chris Leben em uma das lutas principais da noite. Apesar dos golpes que chegaram a fazer Leben balançar, o americano reagiu e acertou uma série de golpe no queixo do brasileiro, que foi à lona e somou a sua 11ª derrota, ante 33 vitórias em sua vitoriosa carreira no MMA.
O próximo UFC, a edição de número 133, acontece no dia 6 de agosto na Filadélfia (EUA). Os brasileiros Vítor Belfort e Rogério Minotouro estão escalados para o evento.