Não aceite criticas de quem não sabe o que você sofre!
Aqui é o local dos guerreiros, lutadores, esportistas, atletas, professores, alunos e de quem faz a diferença em seus projetos sociais em busca de uma vida melhor para a maioria! Força, atitude e coragem esse é o lema dos vencedores!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

TUF 14 Episódio 1: Agora vai - MMA BRASIL!!!

Diferente da temporada anterior, o TUF 14 promete: atletas de bom nível e treinadores escolhidos a dedo, garantindo boas lutas e entretenimento televisivo
Após uma décima terceira temporada particularmente tenebrosa, o TUF 14 chega com a (quase impossível) missão de resgatar o programa do profundo abismo da irrelevância. A décima terceira edição nos “presenteou” não só com uma das piores fornadas de lutadores de todas as edições – o que é dizer muito -, mas também com uma dinâmica de treinadores tão instigante quanto um vídeo do Discovery sobre a reprodução das abelhas. O resultado foi uma temporada que não acrescentou em nenhum sentido: no esportivo, continuamos com a mesma mediocridade de sempre; no televisivo, poucos momentos poderiam classificar o programa como entretenimento.
A décima quarta temporada, contudo, começou bem. Com a incorporação do WEC, a Zuffa decidiu fazer uma edição composta por pesos penas e galos. O resultado é um poço de talentos ainda inexplorado. Como Alexandre havia comentado, estes não são moleques motivados catados na esquina, e sim lutadores já com alguma projeção. Embora a ideia anterior de “dar uma chance” aos novatos parecesse nobre no papel, na prática significava lutas deprimentes, pouca credibilidade e um vencedor questionável que inevitavelmente acabava demitido ou relegado a embates irrelevantes emcards preliminares. A julgar pelo primeiro episódio da nova temporada, isto vai mudar.
Outro grande acerto, desta vez no quesito entretenimento, foi a escolha de treinadores. Ame-os ou odeie-os, Jason “Mayhem” Miller (foto acima) e Michael Bisping (ao lado) sabem como entreter uma plateia. Para bem ou para mal. Bisping, o brit arrogante que amamos odiar, não só tem uma natureza inerentemente babaca – ou seja, OURO TELEVISIVO – como é simplesmente incapaz de recusar cinco minutos de atenção. Cria do TUF 3 e treinador da nona temporada, Bisping já atuou, sabe trabalhar com a câmera e venderia a própria mãe por meio ponto de audiência. Já Miller (que ainda não decidi se é badassdouchebag ou os dois) é outro com vocação para criar caso, além de já apresentar o realityBully Beatdown (divertidíssimo, aliás), transmitido aqui pela VH1. Em comparação a Brock Lesnar e Junior Cigano, que basicamente mostraram a personalidade combinada de um rabanete cru, a nova dupla é praticamente material para Emmy.
O episódio inicial foi uma bela amostra do primeiro aspecto. E o negócio já começou tenso. No lugar do centro de treinamento, os lutadores foram levados de cara para o nada modesto Mandalay Bay. E foi lá mesmo que os 32 aspirantes tiveram que batalhar pelas 16 vagas disponíveis dentro da notável – e sempre imunda – casa do TUF. As lutas foram surpreendentemente boas. Além da habitual movimentação e gás típicos das categorias, os lutadores trouxeram um arsenal técnico de cotovelos e joelhadas e coisas voadoras refrescante para nós, acostumados aos mata-cobras, burocráticos combos de jab+direto ou limitados jogos de queda e imobilização de competidores passados. No fim, Dana White disse ter visto “algumas das melhores lutas da história do programa”. Ignoremos o fato de que ele fala isso em TODAS as edições (sério, podem checar), já que, desta vez, ele pode estar realmente certo.
O Alexandre havia apontado algum dos favoritos e, como sempre, acertou a maioria (sério, estou pensando em começar a lucrar em cima desses palpites mágicos dele). Para a felicidade geral da nação, o brasileiro Diego Brandão começou bem, mandando Jesse Newell para a lona no fim do primeiro round. O veterano do WEC Bryan Caraway também correspondeu às expectativas, juntando-se à equipe após uma vitória por decisão. John Dodson deu show contra Brandon Merkt, concluindo a batalha com um golpe no corpo que deve ter prejudicado até os descendentes do coitado.
hypado Micah Miller (irmão de Cole Miller) foi um dos upsets, finalizado por Steven Silercom uma guilhotina no terceiro round. Outro caso de influência fraternal que não deu certo foi o de Carson Beebe, irmão do ex-campeão do WEC Chase Beebe, estrangulado pelo texanoJohnny Bedford em um dos embates mais empolgantes do episódio.
Um dos melhores momentos foi a disputa de galos entre Paul McVeigh e Louis Gaudinot. A começar pela cabeleira ridiculamente verde de Gaudinot, muito poeticamente zoada por Paul McVeigh. “Ele parece um pirata de cabelo verde. Vou socar aquela barba super legal pra fora da cara dele”. A briga teve que ser decidida no round de morte súbita, e foi o pirata de cabelo verde que levou. Outro que correspondeu às expectativas foi o peso galoTJ Dillashaw, que nocauteou Matt Jaggers ainda no primeiroround.
Como de praxe, o final do episódio mostrou o que podemos esperar do resto da temporada. As habituais demonstrações de boçalidade, abuso de substâncias e total desrespeito às regras de higiene devem retornar (YAY). Obviamente, Miller e Bisping irão quebrar o pau em algum momento (meu button “TEAM MAYHEM” já está na gráfica). Aparentemente, burros de bandana (sempre válido) e mariachis estarão envolvidos. Insetos serão comidos. As pobres paredes serão, novamente, escangalhadas. Bundas serão exibidas em rede nacional. E, ao que tudo indica, finalmente teremos boas lutas.
Nesta temporada, há ainda a possibilidade do espectador votar nas categorias de melhor luta, nocaute e finalização da temporada. No próximo episódio, os treinadores irão escolher seus times entre os 16 lutadores que entraram na casa:
Pesos penas
Diego Brandão
Dennis Bermudez
Marcus Brimage
Bryan Caraway
Dustin Neace
Steven Siler
Stephen Bass
Akira Corassani
Pesos Galos
Josh Ferguson
John Dodson
Roland Delorme
Johnny Bedford
Dustin Pague
Louis Gaudinot
TJ Dillashaw
John Albert

fonte:

Nenhum comentário: