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terça-feira, 8 de maio de 2012

Atleta confirma diminuição de preconceitos



ANGOP
Homens incentivam mulheres na prática da modalidade
Homens incentivam mulheres na prática da modalidade

Luanda - As atletas do jiu-jitsu enfrentam menos preconceitos na prática da modalidade porque a sociedade já compreende que, com trabalho e dedicação, a mulher pode tornar-se tão forte quanto o homem, afirmou hoje, terça-feira, em Luanda, a bicampeã africana, Sandra dos Santos António.
 
Em entrevista à Angop em que abordou o estado da modalidade na versão brasileira (existe a versão tradicional), disse que a realidade actual mostra que os homens até incentivam as mulheres, mas no seio destas existe desinformação.    
 
Acrescentou que se pensa erradamente que a prática do jiu-jitsu influencia no aumento da massa muscular, havendo por isso o receio de se ficar com o corpo musculado, quando na verdade "a mulher gosta de ser fina e com o rosto bem apresentável".
 
A campeã africana na versão brasileira em 2011 (Joanesburgo) e 2012 (Cidade do Cabo), explicou que nada destas transformações ocorre no corpo de qualquer praticante, reconhecendo como únicas mudanças o aumento da força, o corpo torna-se firme e menos flexível.
 
Sandra dos Santos António, 21 anos, indicou que se corre o risco de aumento da massa muscular quando a atleta junta a prática de jiu-jitsu com modalidades como fisio-culturismo.
 
A lutadora, que em Abril deste ano participou no campeonato do mundo profissional nos Emirados Árabes Unidos onde não passou das preliminares, disse que, por influência do pai, se iniciou no judo aos cinco anos de idade, aos 13 ingressou no tae-kwondó e que o jiu-jitsu é a nova paixão desde 2010.
 
Indicou que o país conta com menos de 20 atletas espalhadas pelas seis academias reconhecidas em Luanda, num universo de mais de 200 praticantes masculinos.
 
Sandra dos Santos António disse que o jiu-jitsu é uma modalidade cujos benefícios transcendem o âmbito competitivo, abarcando a vertente terapêutica.
 
“Trata-se de uma modalidade em que o atleta desenvolve a mente, sente paz espiritual, leveza no corpo e muitas vezes eleva a auto-estima”, frisou.
 
Indicou que o praticante, se não é, se torna inteligente ao longo dos anos dada a imprevisiblidade dos combates, estabelecendo um paralelinismo com o xadrez, também conhecido como “jogo ciência”.
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