Cigano mostrou-se confiante para enfrentar Frank Mir | Foto: Divulgação
“Acho que se o Mir estiver subestimando o meu jogo, ele está correndo risco e pode ser surpreendido. Prefiro não dizer mais nada e deixar que meus punhos falem por mim”, ameaça, estipulando em que round vai derrubar o rival. “Acho que vai ser uma luta interessante. Busco o nocaute e acredito que ele virá no segundo round. Conto com a energia dos brasileiros”, afirma o campeão, concentrado em sua primeira defesa de cinturão.
Na festa dos pesos pesados, brasileiros buscam espaço
Num evento recheado de pesos pesados e que tem Cigano e Pezão nos combates principais, outros três brasileiros pisam no octógono do UFC e encaram rivais duríssimos. Vale a pena ficar de olho, ainda, nos duelos entre os gringos Roy Nelson x Dave Herman e Stefan Struve e Lavar Johnson.
O primeiro tupiniquim a sair no braço será o estreante Glover Teixeira, 32 anos. Considerado um dos melhores pesados do Brasil, Glover é discípulo de Pedro Rizzo e há anos tentava assinar com o Ultimate. Só no fim do ano passado ele conseguiu o visto americano e pôde ter sua luta contra Kyle Kingsbury confirmada.
Mais tarde, o peso-leve especialista em muay thai Edson Barboza tenta manter sua invencibilidade de 10 lutas contra Jamie Varner. Edson chega motivado com o espetacular chute giratório que levantou o UFC 142, em janeiro, no Rio.
Por fim, o primeiro e único brasileiro campeão de um reality show ‘The Ultimate Fighter, Diego Brandão, toca luvas com o americano Darren Elkins.
Renovado, Pezão estreia no UFC
Dizer que o brasileiro Pezão quer esmagar o ex-campeão dos pesados Cain Velásquez soa como ironia. Os pés tamanho 47 não deixam dúvida de que Antônio Silva é, literalmente, um grande rival para o americano e sua vontade de estrear com o pé direito no UFC será a realização de um sonho.
“Todo lutador sonha estar no Ultimate. Vou impor meu estilo, aplicar golpes duros e trabalhar meu jiu-jítsu. Quem sabe consigo um nocaute?”,imagina Antônio, dizendo-se relaxado para surpreender.
Campeão de eventos como Cage Rage e Cage Warriors, Pezão, 32 anos, deixou recentemente o Strikeforce após perder na semifinal do GP para Daniel Cormier (que acabou sagrando-se campeão). Hoje, ele afirma estar mais forte. “Corrigi erros de boxe, minha parte em pé, e o que todo mundo pode esperar é um Pezão com mais vontade”, frisa o ‘Bigfoot’, um Pezão tipo exportação.
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